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Pai desconfia de paternidade e espanca bebê de um mês em Teresina;

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Um recém-nascido vai passar por uma cirurgia de reconstituição da face após ser brutalmente espancada pelo pai. O agressor alegava desconfiança sobre a paternidade do bebê, de apenas 10 meses. As informações são da TV Meio Norte, após receber uma denúncia do bairro Parque Vitória, zona Sul de Teresina, no último sábado (14/04). A Polícia Militar do Piauí (PM-PI) esteve no local, prendeu o acusado conduziu a mãe à delegacia.

O pai da criança foi identificado como Francisco das Chagas Vieira Batista e foi preso em flagrante. O crime aconteceu durante a madrugada. Uma denúncia fez com que a PM chegasse ao local na manhã do mesmo dia. Os três viviam em um casebre de barro e se mudaram há poucos dias à região. Suspeitam-se de que o casal estaria bebendo na noite anterior ao espancamento.

A vizinhança não tinha contato com o casal. A mãe do recém-nascido, cuja identidade não foi revelada, tentou esconder a agressão dos médicos, que acionaram a polícia. “A PM constatou a veracidade da denúncia, quando foi feito um deslocamento até a UPA do Promorar, onde a mãe estava com a criança. Na troca de acusações, ela dizia ser intimidada pelo companheiro. A face estava toda quebrada, completamente destruída”, explicou um PM à equipe de reportagem.

QUADRO CLÍNICO

A pediatra que fez os primeiros atendimentos ficou surpresa com a gravidade do caso, sobretudo com a possibilidade de o bebê ter sido espancado pelos pais. “Ela chegou com uma laceração no queixo. Estava com o tórax cheio de mordidas, laceração no queixo, no rosto. Tinha cortes na orelha e estava com manchas no rosto e no corpo. A boca foi completamente destruída por objetos cortantes”, explicou uma médica da UPA do Promorar.

A criança foi levada ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT) para ser submetida aos procedimentos cirúrgicos. O estado é grave, mas não há risco de vida. O recém-nascido já passou pela primeira cirurgia, consistindo numa limpeza nas lesões. “A primeira etapa já foi feita, que é a reposição dos tecidos. No momento, o quadro clínico é mais seguro. Tem uma pessoa da família acompanhando a criança”, explica Gilberto Albuquerque, diretor do HUT.

Fonte: Oito e Meia
Mateus Ribeiro
Mateus Ribeirohttps://www.infonewss.com
Cofundador do Portal Info Newss. Formado em Ciências Contábeis, pela Faculdade FACISA (Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Araripina), Técnico em Informática formado pelo Instituto EAD.
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