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Vereador questiona judicialização de lei que passou bilhetagem eletrônica para Eturb

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A Câmara Municipal realizou nesta quarta-feira (22) uma nova audiência pública para discutir sobre o transporte coletivo em Teresina nesta quarta-feira (22). Para a sessão, foram convidadas lideranças comunitárias, empresários do setor e representantes da Prefeitura de Teresina, como a Superintendência Municipal de Transportes e Procuradoria Municipal.

O vereador Dudu Borges (PT), que solicitou a audiência, colocou em debate a lei que foi aprovada pelo Legislativo e que passou a bilhetagem eletrônica para a Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano (Eturb). A matéria sancionada pela prefeitura, no entanto, foi judicializada e suspensa por decisão judicial.

“Um dos objetivos era ouvir as leis que foram aprovadas aqui sob Júdice, como a bilhetagem eletrônica, a venda dos valos que a justiça suspendeu e devolveu para o Setut. A procuradoria era o órgão representante e aqui não subiu e ficou o procurador falando debaixo. Não sei nem porque ele veio”, disse Dudu Borges.

Dudu Borges, que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito do Transporte (CPI), voltou a defender o rompimento do contrato e a abertura de uma nova licitação.

“Eu estou ainda com a posição da CPI, de romper o contrato, abrir um emergencial é uma nova licitação feita a quatro mãos. Essa questão aí desdenha e humilha o povo”, acrescentou.

O vereador lamentou a ausência de representantes Urbanos, que atua na região da zona Leste e também do representante da PGM na mesa do Plenário. Dudu Borges defendeu a caducidade do contrato firmado com as empresas de transporte.

“Queremos ouvir do poder público como está o desenrolar dessa licitação. Quero lamentar aqui a ausência do Urbanus, que é da zona Leste, e está audiência foi provocada por moradores da zona Leste, e quero lamentar que a PGM mandou um representante e que se negou a subir e a dialogar”, destacou.

Fonte:Cidade Verde

Redação
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