O prefeito do município de Uruçuí, como a Capital dos Cerrados, Dr. Gilberto Júnior, destacou a importância da Assembleia Geral Extraordinária da Associação Piauiense de Municípios (APPM), realizada na manhã desta quinta-feira (23), que definiu o limite de gastos com contratação de shows artísticos pelas prefeituras do estado. A medida estabelece o teto de até R$ 350 mil por cachê artístico custeado com recursos públicos.
A decisão foi discutida e aprovada durante reunião com prefeitas e prefeitos piauienses, com o objetivo de criar critérios para conter o aumento dos valores pagos em apresentações musicais, sem comprometer os orçamentos municipais e garantindo a realização das festividades.
Durante a assembleia, o prefeito Dr. Gilberto Júnior afirmou que a medida não impede a realização de grandes eventos, mas busca reduzir os custos e permitir que os recursos públicos também sejam investidos em áreas prioritárias.
“Hoje é uma decisão que vai impactar diretamente não nos municípios, mas nas bandas que estão acostumadas a cobrar altos cachês. Aqui ninguém é contra grandes shows, vamos continuar fazendo grandes eventos, grandes shows nacionais, a gente está realmente querendo é baixar os valores desse show e para que esses valores que sobrem, para que a gente invista em educação, saúde, social, infraestrutura, que é o que de fato muda a vida do nosso povo”, afirmou.
O gestor também ressaltou que a definição do limite foi aprovada em assembleia e deve ser seguida pelos municípios, fortalecendo a atuação conjunta das prefeituras piauienses.
“Então continuaremos com eventos, mas eventos com valores limitados. Isso foi votado em assembleia e tudo que é decidido em assembleia, de acordo com os órgãos de controle, vai seguir em unidade, provando que a APPM é uma instituição unida, forte e decisão realmente é tomada para todos”, pontuou.
Segundo o prefeito, a definição do teto busca equilibrar os investimentos, mantendo as festividades tradicionais nos municípios, mas com responsabilidade fiscal e planejamento.
A medida aprovada pela APPM passa a servir como referência para as contratações artísticas realizadas pelas prefeituras piauienses, com o objetivo de evitar o crescimento excessivo dos cachês e permitir que parte dos recursos públicos seja direcionada para outras áreas consideradas prioritárias pela gestão municipal.
