A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), por meio da Sala de Monitoramento e Previsão de Eventos Climáticos Extremos (SAMPECE), divulgou nesta segunda-feira (17) a previsão meteorológica para os próximos dias no Piauí, além de alertas de baixa umidade que atingem grande parte do Estado.
De acordo com o boletim, o tempo segue ensolarado a parcialmente nublado em todas as mesorregiões nesta segunda-feira (17), com temperaturas que chegam a 40°C e umidade relativa do ar abaixo de 20% em vários municípios. Os ventos variam de fracos a moderados.
Na região Norte e Centro-Norte, a temperatura máxima prevista é de 39°C, com mínima entre 21°C e 22°C. Em Teresina, o dia será de sol e aumento de nebulosidade à noite, com máxima de 39°C e umidade mínima de 20%. No Sudeste e Sudoeste, os termômetros podem alcançar 40°C, com mínimas de 21°C a 22°C e umidade abaixo de 20%.
Para terça-feira (18), o cenário se repete: tempo quente e seco predomina em todas as regiões. A máxima continua em torno de 39°C, com destaque para o Sudeste, onde há possibilidade de chuvas isoladas. Em Teresina, a temperatura deve chegar a 38°C, com umidade mínima de 25%.
A SAMPECE também registrou os extremos climáticos do domingo (16). Corrente liderou com a maior temperatura do dia, 39,8°C, seguida por Picos (39,6°C) e Uruçuí (39,1°C). Já as menores temperaturas foram registradas em Corrente (19,9°C) e Uruçuí (20,7°C). Não houve registro de chuva nas principais cidades monitoradas. A umidade relativa mínima ficou em 13% em São João do Piauí e em 15% nas cidades de Picos e Uruçuí.
A previsão aponta que o tempo quente e seco deve continuar até quarta-feira (19). A partir dessa data, instabilidades atmosféricas devem favorecer a ocorrência de chuvas, especialmente no Sudoeste e extremo Sul do estado.
A Semarh também emitiu dois alertas de baixa umidade para esta segunda-feira (17). O primeiro, classificado como perigo, vale das 14h às 18h, com índices variando entre 20% e 12%. O segundo alerta, de potencial perigo, vigora das 12h às 19h. O órgão reforça que a baixa umidade aumenta o risco de incêndios florestais e provoca efeitos à saúde, como ressecamento da pele e irritação nos olhos, boca e nariz.
