Morre o apresentador Erlan Bastos aos 32 anos

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O apresentador Erlan Bastos morreu na manhã deste sábado (17), aos 32 anos, no Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella, em Teresina, onde estava internado desde o último domingo (11) com um quadro de inchaço abdominal.

Em dezembro do ano passado, Erlan passou mal ao vivo durante a apresentação de seu programa em Macapá, no Amapá. Na ocasião, ele foi socorrido e internado em um hospital local após sentir fortes dores no peito e na região do abdômen, além de apresentar fraqueza intensa e episódios de suor frio.

Natural de Manaus (AM), Erlan Bastos construiu uma trajetória marcada pela superação e ganhou projeção nacional ao se destacar no jornalismo de entretenimento e investigativo. No Piauí, onde atuou por vários anos, consolidou sua carreira e conquistou grande reconhecimento do público. Atualmente, estava à frente do programa “Bora Amapá”, da TV Norte Amapá, afiliada da TV Band no estado.

Em nota oficial, a emissora lamentou a morte do apresentador e destacou a relevância de sua atuação profissional.

“Com imenso pesar, nos despedimos de Erlan Bastos, apresentador do Bora Amapá, que chegou há pouco tempo para integrar nossa equipe, mas deixou uma marca profunda e definitiva no jornalismo do estado.

Em um período tão breve, Erlan conseguiu o que muitos levam anos para construir: mudou os rumos do jornalismo investigativo e crítico no Amapá. Com coragem, compromisso com a verdade e uma postura firme diante dos fatos, ele deu voz a denúncias, provocou reflexões e fortaleceu o papel do jornalismo como instrumento de fiscalização, justiça e cidadania.

Sua presença era intensa, sua fala era direta e seu trabalho, necessário. Erlan não se acomodava. Questionava, investigava e seguia em frente, sempre com o olhar atento às demandas da sociedade amapaense. Sua atuação elevou o debate público e reforçou a importância de um jornalismo independente, responsável e comprometido com o interesse coletivo.

A partida inesperada e precoce deixa um vazio imenso, na redação, nas telas, no jornalismo e em todos que acreditam na força da informação como agente de transformação. Mas seu legado permanece vivo: nas reportagens, nas denúncias reveladas, na coragem que inspirou colegas e na consciência crítica que ajudou a despertar.

Erlan Bastos parte cedo demais, mas deixa uma história que não será esquecida. Nossa solidariedade à família, aos amigos, aos colegas de trabalho e a todo o povo do Amapá.”

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