Mãe invade escola e agride aluno autista de 12 anos na zona rural de Pio IX

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Uma mulher de 42 anos foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil após invadir uma escola na zona rural de Pio IX, município localizado na região do Vale do Rio Guaribas, no sudeste do Piauí, e agredir um estudante de 12 anos diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O caso foi registrado na tarde desta segunda-feira (13), na localidade Covadonga/Divisa.

De acordo com informações da Polícia Militar, a equipe do Grupamento da Polícia Militar (GPM) do município – que inetrga a 2ª Companhia do 20° Batalhão – foi acionada pela direção da unidade escolar após a mulher, que é mãe de outro aluno da instituição, entrar nas dependências da escola e agredir fisicamente o estudante. Até o momento da intervenção policial, a motivação da agressão não havia sido esclarecida.

Segundo o relato da corporação, a mulher portava um canivete no momento da ação. O objeto caiu ao chão durante as agressões e não chegou a ser utilizado. Em decorrência da violência, o aluno sofreu lesões, inclusive na região do pescoço, e caiu ao solo, sendo socorrido por pessoas que estavam no local.

Após receber a denúncia, os policiais se deslocaram até a escola, situada a cerca de 64 quilômetros da sede do município. No local, a equipe confirmou a ocorrência e iniciou diligências, conseguindo localizar a suspeita nas proximidades de sua residência.

O canivete foi apreendido e as imagens do sistema de videomonitoramento da escola, que registraram toda a ocorrência, foram recolhidas e encaminhadas à Polícia Civil para auxiliar na investigação do caso.

A mulher foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Pio IX, juntamente com o material apreendido. Conforme a Polícia Militar, ela permaneceu em silêncio durante os procedimentos policiais.

Após análise da autoridade policial, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pela suposta prática do crime de lesão corporal dolosa, previsto no artigo 129 do Código Penal. Em seguida, a mulher foi liberada após a conclusão dos procedimentos legais.

O caso deverá seguir sob apuração da Polícia Civil, que irá analisar as circunstâncias da agressão e as imagens registradas pelo sistema de monitoramento da escola.

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