Joel Rodrigues rebate Fábio Novo e diz que ataques a Ciro Nogueira são motivados por ressentimento político

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O presidente estadual do Progressistas, Joel Rodrigues, respondeu nesta terça-feira (12) às declarações do deputado estadual Fábio Novo (PT), que fez publicações em redes sociais insinuando que o senador Ciro Nogueira (PP) teria ligação com uma operação policial deflagrada recentemente pela Polícia Civil do Piauí.

Joel classificou as acusações como infundadas e motivadas por ressentimento político, relembrando que Fábio Novo ainda não teria superado a derrota nas eleições de 2024, quando disputou a Prefeitura de Teresina e perdeu para Sílvio Mendes, aliado de Ciro Nogueira.

“Fábio Novo vê rabo de palha onde não existe e tenta colar no senador Ciro Nogueira insinuações sem prova. Enquanto mira no adversário, ignora a sujeira que respinga no seu próprio grupo e no governo que integra”, declarou Joel em postagem nas redes sociais.

O líder do Progressistas também criticou o silêncio de Fábio Novo diante de outras investigações que envolveram pessoas próximas ao governo estadual, citando como exemplo a prisão do médico e empresário Bruno Santos, amigo pessoal do governador Rafael Fonteles, durante a Operação Omni, realizada pela Polícia Federal há cerca de um mês.

“Exemplo do silêncio seletivo: a prisão do médico Bruno Santos, amigo do governador Rafael Fonteles, pela PF na Operação Omni. Quando o caso respinga no Palácio de Karnak, o deputado finge que não viu”, afirmou Joel Rodrigues.

O progressista finalizou dizendo que a política deve ser pautada por coerência, e não por ressentimento, ressaltando que ataques sem provas apenas desviam a atenção dos verdadeiros problemas enfrentados pela população.

“Fábio não superou a derrota eleitoral, na qual Ciro teve papel decisivo. Daí nasce a revolta: acusar sem provas, criar cortina de fumaça e tentar reescrever fatos. Política não é palco para ressentimento, é para coerência”, concluiu Joel.

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