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Com o ano se encerrando é natural que todas as modalidades façam um balanço dos feitos e trace novas metas. No handebol piauiense, mais uma vez graças ao projeto GHC o Piauí se manteve figurando entre os grandes e agora vamos relembrar algumas das principais conquistas da temporada 2022.

Os dois principais momentos ‘eleitos’ pelo técnico e fundador do projeto Giuliano Ramos – ter sido campeão do Brasileiro Juvenil, que aconteceu em Caxias do Sul (RS) e ter sido escolhido melhor técnico da competição. Outro momento, a inauguração do piso emborrachado para o CT do GHC, que colocou o espaço em um seleto grupo de grandes estruturas do handebol brasileiro.

“Vai ficar para história e é muita felicidade. É um trabalho realizado, concretização de um trabalho de muito suor e dedicação. Nosso primeiro objetivo é tirar as crianças da marginalidade, da droga e da violência. Segundo objetivo é educacional, oferecer educação para os meninos do projeto e terceiro o esportivo, o rendimento. Então estou muito feliz, pois estamos conseguindo todos os objetivos da Associação Beneficente Giuliano Esporte Clube”, afirmou Giuliano Ramos, em entrevista concedida a Rádio Cidade Verde. 

Foto: HandebollSCAmerica

Além dessas conquistas, Giuliano Ramos assumiu o cargo de técnico da seleção Brasileira Juvenil esse ano e se sagrou vice-campeão Sul-Americano e graças ao feito o Brasil irá disputar o Mundial ano que vem. Pela primeira vez o estado tem um treinador figurando no comando de uma seleção de handebol e Giuliano demorou para aceitar o convite exatamente porque segundo ele, o projeto GHC ainda precisava de 100% de sua atenção.

Com isso, mais uma vez, uma conquista de Giuliano Ramos colocou o Piauí no mapa de forma inédita. Falando do projeto em si e nas metas 2023, elas seguem sendo muitas.

As categorias infantis e cadete terão como principal meta se sagrar campeão brasileiros, Jogos Escolares da Juventude, JUBs (Jogos Universitários) e Liga nacional. Segundo o treinador piauiense as metas se alteram de acordo com a categoria, mas todas tem algo em comum que é se manter como referência na modalidade. “Porque é difícil chegar, mas é mais difícil manter o handebol em alto nível nacional”, destacou Giuliano Ramos.

Pâmella Maranhão
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